Hora de praticar o distanciamento social e nada melhor do que a econômica e esportiva bicicleta. Infelizmente a devastação que a Pandemia do vírus causou levou as pessoas a colocarem em suas rotinas a prática de ficarem longe unas das outras.

O objetivo é evitar aglomerações e assim o contágio de uma doença que ainda é tão pouco conhecida mas que causa uma dor enorme para muitas pessoas que perderam amigos e parentes.

Uma das opções das pessoas foi utilizar a bicicleta para se locomover para o trabalho e para outros lugares e assim evitar os ônibus e metrôs. A aumenta na procura de bicicletas animou o comércio especializado neste ramo e também a necessidade de construção de ciclofaixas no mundo inteiro.

No Brasil, Belo Horizonte e São Paulo pretendem expandir suas faixas destinadas aos ciclistas em mais de 530 km de ciclofaixas e no atual momento faixas temporárias já estão sendo utilizadas. Em Curitiba, paradas de ônibus serão adaptadas para os ciclistas.

A tendência se confirma pelo mundo afora e na Europa 2.315 novos quilômetros estão sendo construídos para atender a demanda. Não muito diferente, a França já destinou mais de 70 quilômetros que da acesso ao museu do Louvre para os ciclistas.

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A capital Alemã, Berlin também aderiu a esta expansão e 24 quilômetros já foram construídos e estão disponíveis para pedalar. Lá, o pico de vendas de bike está três vezes mais que o normal.

Pertinho do Brasil, a Argentina o uso de bicicletas cresceu 129 por cento em relação a 2019 e para abraçar os novos adeptos do ciclismo, um corredor de 30 quilômetros foi criado.

Mesmo com a chegada da tão esperada vacina, o uso das bikes já tomou conta da vida de muitas pessoas e pedalar se tornou além de uma atividade esportiva, um lazer e um meio de locomoção para as pessoas irem para o trabalho.

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